sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Um elevador para subir até ao céu e explorar o espaço

Um elevador para subir até ao céu e explorar o espaço
Fotografia © THOTH TECHNOLOGY, INC.
A Thoth Technology Inc. anunciou em julho que conseguiu patentear uma estrutura de 20 km para levar os astronautas até aos céus.
Uma empresa canadiana patenteou um elevador capaz de levar turistas e astronautas até uma altitude de 20 km – mais de duas vezes a altitude do Evereste. A ideia do inventor é construir uma plataforma para chegar mais facilmente ao espaço e servir de base para as naves espaciais.
A Thoth Technology Inc. anunciou em julho que conseguiu patentear uma estrutura de 20 km para levar os astronautas até aos céus. Vinte vezes mais alta do que qualquer estrutura atual, segundo a Thoth Technology, o elevador poderia ser usado para gerar energia, para comunicações e turismo. Seria uma opção mais económica de levar os astronautas até ao espaço, permitindo poupar 30% do combustível de um foguetão convencional, argumenta a empresa. A torre seria basicamente uma estrutura insuflável.
“Os astronautas subiriam 20 km através de um elevador elétrico. Do topo da torre, aviões espaciais poderão sair para órbita, voltando ao topo do torre para reabastecer”, explica o inventor, Brendan Quine, numcomunicado da empresa. A viagem demoraria cerca de 60 minutos.
O comunicado, no entanto, não fala na possibilidade de concretização, para a qual seriam necessários cerca de cinco mil milhões de dólares (4,5 mil milhões de euros), segundo a CNBC. O próximo passo é construir uma torre e elevador de quilómetro e meio para demonstrar o potencial do projeto.
Apesar de esta parecer uma ideia tirada da ficção científica e com pouca probabilidade de se concretizar, é já uma ideia com algum tempo: a primeira inspiração veio de Konstantin Tsiolkovsky, um cientista russo autodidata que, ainda no início do século passado, imaginou uma torre que chegasse ao céu.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Fabricação do Galaxy S6 Edge+ e Galaxy Note 5 já começou no Brasil

Nesta última quinta-feira (13/8) a Samsung finalmente revelou os dispositivos Galaxy S6 Edge+ e Galaxy Note 5, que chegarão aos consumidores fãs da empresa no mundo inteiro, inclusive no Brasil. Infelizmente os usuários da Europa não receberão o aparelho, por isso está sendo realizada uma petição para tentar fazer a companhia sul-coreana lançar o dispositivo no Reino Unido em algum momento.

De acordo com o diretor de dispositivos móveis Samsung Brasil, Roberto Soboll, já começou a produção dos dois aparelhos nas fábricas brasileiras. As instalações da companhia em Manaus (AM) e Campinas (SP) já começaram suas operações para trazer os dispositivos aos consumidores tupiniquins.

O executivo revelou que importar os smartphones para o Brasil seria um problema, já que ficariam 40% mais caros por culpa dos impostos, já a produção nacional diminui consideravelmente os custos. Além disso, as fábricas podem incluir aplicativos que não estão disponíveis em outros países, ou são mais populares em terras tupiniquins.

O Galaxy S6 Edge+ e Galaxy Note 5 já podem ser reservados no Canadá e Estados Unidos a partir dessa sexta-feira (14/8), os dispositivos estarão disponíveis para venda no dia 21 de agosto. É esperado que os outros países recebam os dispositivos ainda neste mês; ainda não há data de lançamento para o Brasil.

Soboll não confirmou nenhuma informação sobre o preço dos smartphones. Os brasileiros precisam pagar R$ 3.299 para adquirir o Galaxy S6 Edge, provavelmente o S6 Edge+ chegará ainda mais caro.

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Google cria experimento que mostra tudo o que você pode fazer com um Android

O Google lançou nesta quinta-feira (13) o Android Experiments, um projeto que valoriza as inovações e capacidades do Android. O estudo apresenta uma série de recursos e novidades que são possíveis graças ao sistema operacional e aos dispositivos (smartphones, tablets e wearables) em que ele opera. Os exemplos apresentados no site são submetidos pela comunidade de usuários da plataforma ao Google.
Android: Google lança correção de segurança para quase 1 bilhão de celulares

No momento, a galeria conta com 20 exemplos diferentes. Nessa primeira amostra, os projetos apresentam usos criativos de sensores e recursos de conexão remota. Há exemplos de interações simples, como o jogo que usa os acelerômetros dos celulares para mapear o movimento do dispositivo e representá-lo na tela, através de uma bolinha que precisa ser conduzida até um buraco.
Um exemplo interessante para Android Wear mostra a Time Mesh, uma face para o relógio que se contorce a partir da leitura dos movimentos que o seu corpo realiza. Outro exemplo é o Space Sketchr, que apresenta as possibilidades de criação de desenhos 3D a partir da captura de espaços reais pelas câmeras dos aparelhos.
Mais do que uma celebração das iniciativas criativas no Android, o Google espera que a galeria cresça com o tempo e sirva de inspiração para desenvolvedores que precisam de alguma ideia nova para aplicar em seus projetos. Qualquer um pode enviar sugestões para o Android Experiments e não há nenhum tipo de restrição.

Xiaomi detalha seu serviço de dados sob demanda em roaming para usuários da MIUI

Ontem (13), Xiaomi apresentou ao mundo a nova versão da MIUI, seu sistema modificado com base no Android. Em sua sétima geração, a novidade vem com código do Android 5.1 Lollipop e várias novidades para os seus clientes. Uma das mais interessantes está no suporte ao reconhecimento facial dentro do aplicativo de Galeria. Assim, quando você tirar fotos com seus amigos, o software irá reconhecer cada um deles e criar tags para organizar cada imagem por contato.
No entanto, outra novidade que chamou a atenção de todos está no novo serviço oferecido pela empresa. Chamado de Virtual SIM, ele cria uma espécie de simulação em roaming para garantir que você continue navegando na internet mesmo quando estiver fora da China. Assim, será mais fácil controlar os seus gastos sem precisar comprar um cartão SIM em cada país que você visitar e pagar as taxas abusivas de cada operadora.
Tudo o que você precisa fazer é comprar um pacote de dados com a própria Xiaomi e aproveitar a novidade introduzida na MIUI 7 nos seguintes modelos da companha: Mi 2, Mi 2S, Mi 2A, Mi 3, Mi 4,Mi Note, Redmi e Redmi Note. Xiaomi revelou que o preço é de apenasUS$ 0,02 para cada MB consumido. Se fossemos converter para nova moeda daria apenas 7 centavos para 
cada megabyte consumido. Isso é inferior ao que as operadoras no Brasil geralmente cobram para termos acesso às suas redes móveis de alta velocidade.

O serviço introduzido na MIUI 7 permite que o usuário controle quais apps poderão consumir dados quando estiverem em roaming, assim como definir um limite de consumo para que sua conta não acabe gerando valores altos. Infelizmente, a novidade só está disponível para chineses que viajarem para os seguintes países: Hong Kong, Taiwan, Estados Unidos, Japão, Reino Unido e Austrália. A fabricante chinesa espera que em breve seja possível expandir esta lista para um total de 36 países.

Como a Xiaomi já opera oficialmente no Brasil, vamos torcer para que o serviço também seja trazido para cá. Mas temos que concordar que caso isso realmente chegue a acontecer, ainda vai demorar muito para termos mais esse diferencial da Xiaomi, que não pretende trazer preços agressivos apenas no mercado de smartphones, mas também em serviços de telefonia.